O convite foi feito pela think tank Council for Arab Relations with Latin America and the Caribbean (CARLAC), uma organização não-governamental e não-partidária situada em Rabat, capital do Marrocos, que foi criada para reforçar as relações entre o mundo árabe e a América Latina e o Caribe.

A FGV Energia, representada pelo coordenador de Ensino e P&D, Felipe Gonçalves, e pela pesquisadora Tatiana Bruce da Silva, participou da COP22 - Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (22ª Conferência da Partes), que ocorreu de 7 a 18 de novembro, em Marrakesh, no Marrocos. O convite foi feito pela think tank Council for Arab Relations with Latin America and the Caribbean (CARLAC), uma organização não-governamental e não-partidária situada em Rabat, capital do Marrocos, que foi criada para reforçar as relações entre o mundo árabe e a América Latina e o Caribe.

A FGV Energia participou do painel “Low Carbon Renewable Energy: Lessons from MENA and Latin America Regions”, representando a América Latina. O painel contou com nomes como o embaixador Hasan Rahman (diretor executivo do CARLAC); Nathan Hultman (diretor do Centro de Sustentabilidade Global da Universidade de Maryland); Karim El Aynaoui (diretor geral do Centro de Políticas da OCP Policy Center); e Andrea Lovato (diretor executivo - Desenvolvimento de Negócios da ACWA POWER).

O intuito foi discutir o desenvolvimento das energias renováveis como uma medida de mitigação viável e de alto impacto na busca dos objetivos do Acordo de Paris, além de meios para a ampliação das renováveis nos países da América Latina e do Oriente Médio e Norte da África e como essas vias podem ser aplicadas em diferentes contextos de desenvolvimento. Também focou em como as colaborações internacionais podem intensificar os esforços atuais para apoiar uma implementação acelerada que responda à necessidade de maior ambição e cooperação internacional.

A equipe da FGV Energia trouxe para a discussão os exemplos do Brasil, Argentina e México, como o status atual de desenvolvimento das renováveis nesses países e os planos futuros de ampliação dessas fontes energéticas, levando em consideração os compromissos assumidos no Acordo de Paris e a conjuntura econômica e política na América Latina. A participação no evento também possibilitou o contato da FGV Energia com diversas empresas e instituições de pesquisa que atuam no desenvolvimento de tecnologias energéticas de baixo carbono.

Notícias relacionadas

Informamos que o site do FGV Notícias foi incorporado ao Portal FGV em maio de 2017.
O que você deseja fazer?