Este é o maior nível desde o primeiro trimestre de 2015 (100,8). Após quatro altas consecutivas, o índice alcança a zona de neutralidade entre pessimismo e otimismo. 

O Indicador de Intenção de Investimentos, do Instituto Brasileiro de Economia da FGV (IBRE), subiu 6,9 pontos no primeiro trimestre de 2017 em relação ao trimestre anterior, atingindo 100,0 pontos. Este é o maior nível desde o primeiro trimestre de 2015 (100,8). Após quatro altas consecutivas, o índice alcança a zona de neutralidade entre pessimismo e otimismo. O Indicador mede a disseminação do ímpeto de investimento entre as empresas industriais, colaborando para antecipar tendências econômicas.

“A alta do indicador parece estar relacionada, entre outros fatores, à melhora de perspectivas para o crescimento da economia brasileira neste ano. A definição de uma tendência de redução do grau de incerteza em relação à execução destes investimentos é também uma notícia favorável. Apesar disso, ainda existem riscos no cenário de curto e médio prazo, principalmente originados no ambiente político, que podem provocar adiamento de investimentos”, afirma Aloisio Campelo Jr., Superintendente de Estatísticas Públicas do IBRE.

No primeiro trimestre de 2017, a proporção de empresas que preveem investir mais nos 12 meses seguintes foi idêntica à das que projetam investir menos (19,9%). No trimestre anterior, esses percentuais haviam sido de 17,8% e 24,7%, respectivamente.

O estudo completo está disponível no site do IBRE.

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